A escola Aristocratas do Samba da Vila Santana, a mais tradicional do carnaval itapetiningano, levará 60 anos de história para o desfile deste ano. Os ensaios na Praça Peixoto Gomide já estão movimentados. A história da escola é mantida pelos filhos e netos do fundador Durvalino de Toledo, conhecido morador de Vila Santana. Neste ano, o tema da escola é “A magia da Amazônia” e fala também sobre a crise hídrica no pais.
Para 2015, a escola trará para a avenida temas atuais, que preocupam a todos, como a falta d’água e a importância da preservação ambiental. A escola busca colaboradores e interessados em desfilar e conhecer um pouca a história da agremiação. De acordo com a diretoria da escola, cerca de 200 pessoas devem participar do desfile.
Surgida em 1954 com o nome de bloco Escurinhos da Cidade, a hoje escola de samba Aristocratas do Samba e Cultura tem a sua história intimamente ligada ao Carnaval itapetiningano. Nascido no seio de um dos mais tradicionais bairros da cidade – a Vila Santana – o bloco foi fundado por Aldo Silva Luz, então jovem estudante, e Durvalino Toledo, patriarca do bairro e uma das lideranças da comunidade.
No começo, o bloco, formado por integrantes da comunidade negra, não possuía instrumentos para todo mundo e surgia a improvisação. Para completar a bateria, eram feitos instrumentos com botijões de gás adaptados em carrinhos de rolemã. Em sua trajetória, o bloco incentivou a formação de várias agremiações recreativas, como os blocos Babo Grosso, Sami e Empenos, além das escolas de samba das vilas Nova e Arruda, Estrela do Sul e Brasil Unidos Depois de algum tempo, o bloco passou a chamar-se Escola de Samba Escurinhos da Cidade.
Seus integrantes eram, na maioria, da comunidade negra de Vila Santana. Em 1976, temendo conotações racistas, a escola mudou para Sociedade Recreativa Aristocratas do Samba e Cultura. Com forte ação social junto à comunidade, a escola é reconhecida como de utilidade pública por lei municipal.
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