Não há nada melhor do que agora para cultuar o valor de uma personalidade itapetiningana. Pessoa que se elevou do nível comum, conquistando um lugar de relevo na comunidade desta cidade e também região.
A figura a que nos referimos, foi, sem dúvida, das mais expressivas no seu tempo e, igualmente, representa um dos pontos culturais progressista.
Uma grande vida, vivida entre luta e esforços, entre dissabores e vitórias, na conquista de objetivos supremos.
Dia 7 de dezembro, de 2014, falecia, Hiram Ayres Monteiro, de tradicional família, itapetiningana, cujos membros se destacaram e ainda se destacam em várias atividades, não só nesta localidade como em vários rincões do Brasil.
Coincidentemente, neste mês, exatamente no dia 07 de dezembro, realizou-se reunião festiva e comovente dos membros da Academia Itapetiningana de Letras, ocasião em que seu presidente Jorge Paunovic, prestou homenagens a alguns membros da entidade e, especialmente, ao seu fundador, Hiram Ayres Monteiro e seus familiares. DER, atuando no setor jurídico, pois formou-se advogado dos mais capacitados.
Quando jovem, dedicou-se à música e exímio violonista, participava de serenatas, entoando canções “dolentes e sentimentais” às moçoilas de toda cidade. Amigo de Ted Vieira juntos se encontravam periodicamente no rancho de sua propriedade nas proximidades do Rio Itapetininga.
Hiram Ayres, notabilizou-se também na política, sobressaindo-se como excelente vereador. Atuava com “fervor e denodo”, como lembra José Ribeiro, advogado e ex vereador, “foram célebres seus enfrentamentos com vereadores do porte de um Humberto Pellegrini, Araldo lírio de Almeida e outros destacados representantes do povo, na antiga Câmara Municipal, no Largo dos Amores. Com obstinação e empenho, trabalhava com o propósito de defender e auxiliar as causas nobres. Um de seus grandes feitos foi em defesa do Rio Itapetininga, quando a multinacional Braskraft, fábrica de papel e celulose, pretendia se estabelecer em Itapetininga, poluindo, então, totalmente todas as águas do rio do mesmo nome. Uma batalha junto com ecologistas da época e o veterinário Milton Cunha.
Idealizador e fundador da Academia Itapetiningana de Letras, inspirado no acadêmico paulistano Paulo Bonfim, reuniu toda a área cultural da cidade, com início no ano de 2003.
Mantinha, e até hoje em pleno funcionamento, com seus filhos advogados, um escritório que se destina a causas diversas. Hiram atuou várias vezes em tribunais de júri, não só em Itapetininga, sendo sempre bem sucedido. Escritor, deixou um livro a respeito da Revolução Paulista e a redemocratização do Brasil.
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