O trono está vazio desde último dia 29. O futebol está sem o seu Rei. Escreveu certa vez, o jornalista uruguaio Eduardo Galeano: “Aos 17 anos foi campeão do mundo e rei do futebol. Não tinha 20 anos quando o governo do Brasil o declarou tesouro nacional e proibiu sua exportação”. Mais adiante no seu texto de estilo único dizia: “Quando Pelé ia correndo, passava através dos adversários como um punhal. Quando parava, os adversários se perdiam nos labirintos que suas pernas desenhavam. Quando saltava, subia no ar como se o ar fosse uma escada. Quando cobrava uma falta, os adversários que formavam a barreira queriam ficar de costas, de cara para a meta, para não perder o golaço. (…). Mas os que tivemos a sorte de vê-lo jogar, recebemos dele oferendas de rara beleza: momentos desses tão dignos de imortalidade que a gente pode ditar que a imortalidade existe”.
Sim, Pelé é imortal. E todo o encanto de sua arte inspirou incontáveis súditos, seja nos campos de várzea espalhados pelos quatro cantos em que meninos e meninas tentavam imitar sua genialidade, ou em tapetes verdes do velho Maracanã até o estádio Azteca, quando craques, como discípulos, se inspiram na sua genialidade com a bola.
Apenas uma certeza podemos ter. Que hoje e amanhã, em qualquer campo, rua ou quadra de nossa cidade, veteranos e garotos (as), ricos e pobres, “pernas-de-pau” e craques estarão sempre celebrando o eterno Rei do Futebol.
Abaixo nossa equipe separou algumas imagens de palcos itapetininganos que sempre celebraram ou celebrarão a magia do futebol…























