Faltam 20 dias para acabar o ano. Um balanço já norteia o bate-papo entre amigos. Afinal, o planejamento feito no início do ano muitas vezes é interrompido pelo surgimento de fatos novos. A viagem é adiada, a reforma postergada e a compra do veículo novo ainda não saíram do campo dos sonhos. Outros planejaram menos consumismo, felicidade para a família, menos estresse e mais tranquilidade. O Jornal Correio de Itapetininga ouviu algumas pessoas sobre o análise que fazem do ano que está terminando e a maioria apontam conquistas e avaliam 2014 como positivo.
A professora e contadora de histórias, Milene França, avalia que, atualmente, a sociedade ocupa grande parte do tempo com a preocupação econômica. “Claro que precisamos de dinheiro, mas o superficial não deve se sobrepor ao essencial. Nesse final de ano é interessante pensarmos na adequação ao impor condições, principalmente que influenciam o consumismo (desenfreado)”, teoriza a professora.
“Gosto de contar história para crianças e contribuir com o incentivo à leitura. Em uma visão macro, este ano foi de sucesso, pois diversos pais levaram seus filhos à biblioteca e identifico como uma mudança positiva nos padrões sociais e iremos ter resultados em longo prazo”, diz entusiasmada a professora que frisa ter alcançado sucesso na área profissional.
A vendedora Paula Campos Camargo enxerga com bons olhos o final deste ano. “Na minha vida particular, estive bem no amor e consegui alcançar alguns objetivos como tirar carteira de habilitação e entrar no consórcio de uma moto”, conta. Agora, ela pretende organizar a vida financeira. “Tenho como objetivo economizar e fazer uma poupança, o que contribuirá para um futuro melhor para mim e meu filho”, conclui.
Aniversariante do dia 25 de dezembro, o empresário Luiz Antonio Lisboa acredita que o saldo deste ano é positivo, porém com ressalvas. “Nós do comércio tivemos uma baixa nas vendas devido ao momento da economia brasileira”, afirma. Ele não costuma fazer promessas, mas espera que em 2015 aumentem os avanços sociais e as e o aquecimento das vendas no comércio.
Lisboa gosta das festas de final de ano. “Neste período, as pessoas ficam mais amigáveis”, ressalta. Porém, afirma a necessidade de manter este clima durante o ano. “Esse clima de fraternidade precisa se estender para todos os meses e, para que isso aconteça, as pessoas precisam entender a verdade do espírito natalino”, completa.
Feliz com o ano de 2014, o consultor João Batista Sales Junior, do ponto de vista material agradece algumas conquistas: reformei minha casa e não tive problemas de saúde. Para próximo ano ele torce que a filha que é violonista consiga ingressar os estudos no Conservatório Carlos de Campos, em Tatuí.
O músico Rodrigo Milanez analisa que a Copa do Mundo e as Eleições influenciaram de forma negativa o setor que trabalha .“Mas sou otimista e em 2015, um dos meus objetivos é conseguir tocar em cidades que ainda não tive a oportunidade, pois diversos fãs pedem a minha presença”. Do ponto de vista pessoal, pretende trabalhar a paciência.















