O mesmo promotor, Dalmir Racchid, também se debruça em diversos volumes sobre o caso do SAS. Ele abriu inquérito para apurar possíveis irregularidades no contrato da empresa que gerencia o Hospital Regional que consome, anualmente, R$ 20 milhões, entre recursos municipais, estaduais e federais. O promotor deverá averiguar os repasses feitos por empresas que prestam serviço e a regularidade de reconhecer a dívida.
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