A Dirigente Regional de Ensino, Vera Lucia Viana Vieira de Paula, informou na última quinta-feira, dia 4, que os alunos da rede estadual de ensino de Itapetininga, não correrão mais o risco de ficar sem a merenda escolar no inicio do ano letivo. Ele explicou que se reuniu com a prefeita Simone Marquetto (PMDB) na última semana. Segundo ela, a prefeita assumiu o compromisso de deixar as merendeiras nas escolas, até o término do processo licitatório, realizado pela Diretoria de Ensino da Região de Itapetininga (Derita). “Com isso, a população pode ficar despreocupada, pois todos os alunos terão normalmente a alimentação escolar”, disse.
A Prefeitura de Itapetininga decidiu não renovar um convênio, que vence no dia 31 de dezembro do ano passado, para custear a merenda das escolas estaduais. A dirigente disse que o Estado fará um contrato emergencial para que as escolas não sejam afetadas. “Já começamos o processo licitatório que não é fácil, mas talvez seja necessário a contratação emergencial de uma empresa para garantir a alimentação dos alunos em fevereiro”, conta.
Desde o primeiro semestre, a prefeita cogitava romper o convênio. Nos últimos meses, cobrou um aumento de repasse do governo estadual, mas como a respostava foi negativa, decidiu tomar a decisão. Segundo informações da assessoria de imprensa da prefeitura, na rede estadual, o gasto anual é de aproximadamente R$ 5 milhões que engloba alimentação, merendeiras, gás e logística, sendo repassados pelo Estado R$ 2,3 milhões anuais, ou seja, R$ 2,7 milhões são repassados pelo município.
O fornecimento da alimentação às escolas estaduais de São Paulo acontece de duas maneiras: centralizada e descentralizada. Em Itapetininga, no caso, prevaleceu nos últimos anos a descentralizada, quando o estado faz o repasse de valores e a cidade é responsável pelo fornecimento.
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