Graças a Deus acabou 2014! Este é um ano que vai ficar na memória de muita gente como um período crítico na história do nosso país. Tivemos protestos acerca dos mais variados temas: contra a realização da Copa, por exemplo. Um torneio que, por sinal, será lembrado como o pior vexame que a seleção brasileira já sofreu! Sim, estou falando dos humilhantes 7×0 para Alemanha.
2014 também foi o ano em que nós, paulistas, enfrentamos uma crise no abastecimento de água sem precedentes na história. E é claro que a ação do homem contribuiu para agravar a crise! E o ano terminou com o escânlao na Petrobrás, a empresa brasileira que já esteve entre as maiores do mundo e hoje sofre com uma enxurrada de denúncias sobre corrupção. Ela ainda está entre as grandes, a bem da verdade, mas sua colocação no ranking está caindo a cada dia, ou a cada novo escândalo.
Mas por que estamos falando de 2014 quando já estamos em 2015? Simples: porque muitos problemas do passado foram herdados para este ano! E ainda ganhamos, por assim dizer, presentes como: aumento na conta de energia, no IPI dos carros e, em algumas cidades, no IPTU.
É isso mesmo! Ano Novo, vida nova, novos sonhos e metas, mas os problemas continuam e parecem os mesmos, apenas com outra data de validade. Mas não é bem assim. Os problemas são parecidos – e alguns são herdados mesmo – mas as circunstâncias mudam. Há uma expectativa grande que o governo aperte o cinto este ano, para economizar mais dinheiro para alcançar o superávit primário e pagar as suas contas. Isso sem falar que a economia mundial também não está lá essas coisas.
E a intolerância e violência crescem por todo o globo. Infelizmente, ainda há quem queira impor sua vontade e sua visão do mundo a outras pessoas e não tolera quem pensa ou age diferente. Por isso, é preciso que cada um faça a sua parte! Pare e reflita sobre o que está fazendo de certo e errado. Nada vai mudar se não nos esforçarmos para que haja a mudança, começando, claro, por nós mesmos. E não é fácil mudar! Estamos tão apegados a hábitos que muitas vezes agimos e nos comportamentos sem perceber o que estamos fazendo.
E se quisermos mudar o mundo, precisamos começar mudando a nós mesmos. Precisamos sair da zona de conforto e encarar o desafio de mudar, ainda que sejam mudanças pequenas e tímidas no começo, mas que com o tempo podem se transformar em um grande fator de mudança no mundo. Se quisermos deixar um mundo melhor para nossos filhos e netos, precisamos começar a mudança já!
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