Só em janeiro deste ano, Itapetininga registrou cinco casos de dengue. O número coloca a cidade em alerta, pois em 2014 foram apenas 13 casos confirmados. De acordo com a prefeitura, são três casos importados (pessoas que contraíram a “dengue” em outro município) e dois autóctones (dentro da cidade). Os dados foram confirmados pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica Municipal.
Conforme o órgão de saúde, os casos foram importados das cidades de Catanduva, São Miguel Arcanjo e Aguaí. No ano passado, foram notificados 122 casos, registrando 13 positivos de pessoas acometidas por dengue, nove autoctonias e quatro importados. Os outros 109 casos suspeitos foram descartados. Em janeiro de 2014, não houve casos confirmados de dengue.
Segundo pesquisas de Avaliação de Densidade Larvária, realizada pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica Municipal, no ano passado cerca de 5 % dos imóveis estavam criando mosquitos, e atualmente cerca de 2% dos imóveis estão com criadouros, ou seja, com acúmulo de objetos e materiais que se prestem a servir de criadouros, tais como equipamentos e utensílios.
Lixo
A cada dois quarteirões há uma casa com presença de mosquitos Aedes Aegypti vetores da dengue. A transmissão do mosquito precisa antes picar uma pessoa contaminada com o vírus, quando isso ocorre, o período de incubação (no mosquito) é em média de 8 a 12 dias, e a partir desse período o mosquito estará apto para transmitir a dengue (doença) para outras pessoas. Um dos principais fatores que podem contribuir no aparecimento do mosquito é o acúmulo de lixo. Os bairros com mais pontos de lixo são os que mais têm focos do mosquito, segundo o departamento.
Sorocaba registra 62 casos
Sorocaba está em alerta máximo contra a dengue. Nos primeiros 15 dias deste ano, a Área da Vigilância da Saúde da Secretaria da Saúde do município registrou 62 casos confirmados da doença. O número é maior que no período de 2011 e 2013, anos em que a cidade registrou surtos da doença.















