Acordo
A Câmara Municipal está em contagem regressiva para a eleição do novo presidente. As especulações da volta do secretário Toninho Marconi (PP) para ser o nome da situação à presidência ganha força nos bastidores. A notícia alvoroçou os parlamentares. Os mais experientes, sejam eles da base ou da oposição, criticaram a possibilidade. Marconi descarta a possibilidade e outros nomes começam a ganhar força para a presidência.
Solidariedade
O Partido Solidariedade (SDD) vive conflito interno entre o presidente da Câmara, André Bueno e os vereadores Fernandinho Rosa e Selminha. O motivo é quem a legenda irá apoiar na eleição do Legislativo. Segundo fontes políticas, a dupla teria se manifestado contrário ao possível apoio de André Bueno aos candidatos da situação. A dúvida no partido seria referente a Marcelo Nanini que não teria definido quem irá apoiar.
Livre, leve e verde
Uma reunião entre o presidente municipal do PV, o deputado Edson Giriboni (PV), e os vereadores da legenda teria norteado o partido para eleições da mesa diretora. O líder dos verdes teria orientado os parlamentares do PV a agirem dentro do conhecido voto de protesto. Ou seja, vote – mas não em um nome da situação. A rixa seria resquício do duelo entre tucanos e verdes no passado e que deve seguir para a eleição municipal de 2016.
Bom filho a casa torna
Uma manobra estaria sendo articulada para que Osmar Thibes Júnior assuma o PMBD. Filiado ao PP, ele e sua esposa Jocimara Franco do Canto, atual presidente da sigla migrariam e o secretário Toninho Marconi seria o presidente do PP. Thibes Júnior teria um padrinho forte em seu favor, o vice-presidente da república Michel Temer que gostaria vê-lo novamente na legenda. Políticos não confirmam as mudanças.
Pacotão de Desenvolvimento
Políticos do primeiro escalão da prefeitura teriam confirmado a vereadores da base que em 2015 pelo menos quatro grandes obras seriam no mínimo realizadas. Entre os projetos estariam o início da construção da UPA, a revitalização da marginal dos cavalos, duas escolas na área central e o parque municipal. Nos corredores do paço, políticos apelidaram as ações de Pacotão do Desenvolvimento.
Adeus ano velho
O Plano de Carreira dos funcionários públicos – que segundo pessoas próximas ao Gabinete está pronto – será votado apenas no ano que vem. A decisão seria do próprio Luís Di Fiori (PSDB) que colocará o projeto para 2015 junto com o Pacotão de Desenvolvimento, ações da prefeitura que incluem, principalmente obras de infraestrutura. Servidores municipais teriam solicitado uma reunião com prefeito.
MP na Câmara
O Ministério Público teria intimado a Câmara Municipal a prestar contas sobre o número de viagens realizadas pelos assessores e parlamentares durante os dois últimos anos. A notícia se alastrou durante a última sessão. Mas fontes próximas à presidência negam e dizem que se ocorrem dúvidas o Poder Legislativo mandará os gastos para Justiça e que não há nenhuma irregularidade, sendo todas as viagens oficiais controladas.
MP na Prefeitura
Nesta semana, o Ministério Público também cobrou a prefeitura. O promotor José Roberto Barreira pede providência do prefeito Di Fiori para que ele resolva a questão econômica do Lar São Vicente de Paulo. Fontes próximas ao chefe do Executivo afirmam que ele teria agendado uma visita ao Lar dos idosos e chamará o presidente da Instituição, Cláudio Stuchhi, para um bate-papo a fim de resolver o problema.
Mais um na oposição
O aumento de R$ 668 no salário dos secretários municipais virou ação popular. Encabeçado pelos três mosqueteiros da oposição Milton Nery (Pros), Itamar Marins (PMDB) e Fuad (PT), o posicionamento contrário ao governo teve também a adesão também de Etson Brun (PV). Analistas políticos dizem que adesão do verde poder ser um reflexo da ida do partido à oposição ao governo.















