Fogo amigo
A 15 dias da eleição para presidência da Câmara Municipal, o cenário dos presidenciáveis muda dia a dia. Nos bastidores do Legislativo, um novo grupo liderado por Marcus Tadeu (PSDB) e Adilson Ramos (PMN) teria iniciado uma articulação a fim de assumir a mesa diretora. “Os nem, nem”, como foram batizados afirmam não fazer parte “nem” da base do prefeito e “nem” da oposição. Vereadores não confirmam a parceria.
Troca de partido
Após uma discussão diante a verbas oriundas de deputados estaduais, Marcelo Nanini (SDD) disse que deixará o partido Solidariedade e migrará para o Democratas (DEM). A notícia surpreendeu os políticos. Comentários asseguram que com a mudança de Nanini para o partido do vice-prefeito Hiram Jr., um novo grupo político começa a se formar na cidade com um alvo previamente definido: Eleições 2016.
Troca de partido
Após uma discussão diante a verbas oriundas de deputados estaduais, Marcelo Nanini (SDD) disse que deixará o partido Solidariedade e migrará para o Democratas (DEM). A notícia surpreendeu os políticos. Comentários asseguram que com a mudança de Nanini para o partido do vice-prefeito Hiram Jr., um novo grupo político começa a se formar na cidade com um alvo previamente definido: Eleições 2016.
O bom vice
Cortejado por grupos que pleiteiam a presidência da Câmara, o nome do vereador Mauri de Jesus (PDT) é paquerado por dois grupos formados para eleição. Um seria da bancada do PV. O intermédio seria feito pelo deputado Giriboni. O outro seria caso algum secretário eleito como vereador voltasse para o Legislativo. No entanto, Mauri teria restrições com a oposição e com os vereadores liderados pelo tucano Marcus Tadeu.
Rebelde X rebelde
No Paço Municipal, a notícia é que o novo secretário de Saúde, Denilson Rodrigues, agradou os dirigentes do São Camilo e a rede municipal de saúde. Alguns funcionários afirmam que seu perfil tranquilo agradou os caciques da instituição que administra o PS e o Hospital Regional. Entre o primeiro escalão do governo, teria passado a impressão de conservador. Diferente do ex-secretário Felipe Thibes que possui um perfil mais rebelde.
Aniversário
Prestes há completar dois anos fechados, fontes ligadas à saúde, afirmam que o novo secretário pretende em seis meses resolver a situação dos postos e do sistema municipal de saúde. O pedido teria sido feito pelo próprio prefeito que já afirmou em diversas conversas informais que pretende aumentar no orçamento a cota da saúde, e que afirma ser a “menina de seus olhos” a área da saúde.
Sem vice
A oposição já teria fechado um nome para concorrer às eleições da Câmara: Itamar Martins (PMDB). O problema seria a composição da Mesa Legislativa. Vereadores ligados à base confirmam o crescimento do apoio de alguns nomes para eleger Itamar e o nome do vice já estaria em negociação com duas siglas: Solidariedade, que estaria dividido e uma dissidência do PV que se encontraria com candidatos na base e na oposição.
Sem férias
Após um ano do AVC sofrido, o prefeito Luis Di Fiori (PSDB) ainda não tirou férias. Pessoas próximas ao chefe do Executivo teriam comentado que ele estaria estressado e os médicos que cuidam de saúde teriam pedido para o chefe do Executivo desacelerar um pouco. Políticos dizem que o prefeito pretenderia chamar o vice Hiram Jr para uma conversa, mas ainda não o chamou. Ambos estão rachados desde que o prefeito adoeceu.
Ambulância
Desavenças entre caciques do governo e Luis Antônio Vicentini (PSC) que comandava o setor de ambulância da prefeitura fizeram com que o gestor fosse removido do cargo. O motivo seria sua proximidade com o ex-secretário de Felipe Thibes (Pros). A alteração teria causado descontentamento do ex-diretor. Nesta semana chegaram seis ambulâncias novas no qual o projeto foi arquitetado por Vicentini durante a sua gestão.















