Comissões
Após a vitória nas eleições da presidência da Câmara, a oposição perdeu três integrantes e não comandará nenhuma comissão do Legislativo. Com habilidade, a situação se recompôs com a ajuda do Poder Executivo e com 12 vereadores no plenário, o prefeito Luis Di Fiori (PSDB) continua com a maioria na sua base de apoio. A exceção fica por conta da acessibilidade que terá como presidente Etson Brun (PV), da oposição.
PV rachado
Após a eleição que elegeu Maria Lucia Haidar para presidência da Casa de Leis, consolidada pela votação em bloco do Partido Verde, a legenda rachou e dois vereadores que flertaram com a oposição já na primeira sessão voltaram para o governo são eles Sid do Rechã e Miguel Turmeiro. O outro vereador que mudou de lado foi Marcelo Nanini (SDD).
SDD rachado
Com o cargo de presidente do Partido Solidariedade (SDD), Fernandinho Rosa luta para conseguir unidade. Na formação das comissões ele pleiteava o voto dos correligionários: Selma, Marcelo Nanini e André Bueno. Os dois primeiros votaram para que Fernandinho liderasse a comissão de Meio Ambiente. Nanini e Bueno escolheram a chapa do governo. Bueno se mostrou contrariado e teve discussões com Fernandinho.
Dedo do governo
A oposição afirma que uma reunião na prefeitura municipal teria definido a formação das comissões da Câmara. Políticos próximos ao Gabinete comentam que Marcus Tadeu (PSDB), Mauri de Jesus (PDT) e André Bueno serão responsáveis por pela sustentação do governo . Para atrair os desertores, a oposição avalia que cargos do segundo escalão da prefeitura teriam entrado na permuta.
Promoção social
Di Fiori teria chamado para uma reunião a secretária da Promoção Social, Silvana Bicudo Ferreira. O motivo seria o desgaste do governo com o fim das atividades da Casa do Adolescente. Na reunião, o prefeito teria ordenado à secretaria que se alinhe as secretarias de Saúde e Educação e resolver o problema. Pouco tempo atrás a gestão também enfrentou duras criticas no caso dos repasses do Lar dos Idosos.
Dissidente partidária
Mesmo pertencente ao PSDB, partido do prefeito, a vereadora Denise Franci é substituída pelo vereador e secretário Geraldo Macedo (PSB) em votações importantes. A primeira situação ocorreu na votação do Plano Diretor e voltou a se repetir na última semana quando se escolheu os líderes das comissões parlamentares. Os dois são professores e podem disputar o mesmo eleitorado.
Plano de Carreira
Uma comissão de servidores públicos municipais teria exigido uma reunião com o prefeito. Eles contestam o estatuto elaborado pela Fundação Getúlio Vargas e pedem alterações. Di Fiori não teria recebido os funcionários, mas colocado à disposição a secretária Juliana para recebê-los. Eles teriam negado o bate-papo com a chefe do planejamento e querem dialogar com o prefeito antes que o projeto entre para votação na Câmara.
Bolero político
O vereador Fuad Isaac (PT), que faz parte da oposição, questionado sobre a perda de integrantes do grupo que elegeu Maria Lúcia Haidar como presidente da Câmara, com bom humor, em entrevista a uma emissora local comentou que alguns políticos são como bolero. “Ora eles dançam e dão dois passos junto ao governo e depois dão dois passos à esquerda e migram para oposição. ”
Novas ambulâncias
O prefeito Di Fiori apareceu na área central da cidade e apresentou 16 ambulâncias compradas pelo governo. Segundo políticos, a ação foi para melhorar a imagem da gestão. Pessoas próximas ao setor de comunicação da prefeitura afirmam que novas ações de marketing iniciarão e a ordem seria para que as obras paradas fossem retomadas em no máximo três meses.















