Artista plástica, com brilhante talento, reunindo todos os estilos das escolas de pintura, com suas mãos divinamente mágicas, deixou como legado para a posteridade, a infinita e agradável felicidade da existência, em todas suas nuances.
Não sem razão, é que em diversas dependências de casas fidalgas, como em residências mais simples, empresas e repartições públicas, destacam-se nas paredes as cambiantes cores retratando o corcel em pleno galope, a velha mansão, as variadas figuras humanas, as ruas iluminadas, o rio e o alvorecer colorido, além de outras produzidas pelos pincéis executados pela magia da “trabalhadora da arte”, Maria Prestes de Albuquerque.
Reflexo de uma áurea época de Itapetininga, onde brilharam pintores de alto nível como Antonio Gomide, Carlos Ayres, Antonio Arthur de Castro Rodrigues, Alzira Isaac e outros artistas do pincel, Maria Prestes destacou-se sobremaneira. Ela, em sua juventude, atleta esportiva do basquete ao lado de Gerda, Gersey, Wanda Araújo, Tereza Pompeu e Dorcas, concluiu com brilhantismo o curso de magistério da “Peixoto” e ainda formou-se em biologia, mas preferiu a excelsa e encantadora arte da pintura, pois seu coração pulsava impulsionado pela beleza da natureza e tudo que estivesse em seu redor, como sempre se expressava o prateado Antonio Arthur de Castro Rodrigues.
Pertencente à Academia Itapetiningana de Letras, expondo suas obras em vários municípios e estados, foi contemplada com inúmeros prêmios e troféus, conferidos por entidades sociais e galerias de arte.
Maria Prestes de Albu-querque Ferreira, de tradicional família local, aos 87 anos, faleceu no início deste 2015 e viúva de Hylton Benedito Ferreira, deixou o filho Renato e familiares.
Peixoto Gomide volta ao debate com revisão de nome de rua
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