O secretário de Cultura, Antônio Marcos Polyceno, deixou o cargo nesta sexta-feira, dia 18. Ele confirmou sua saída para a reportagem do Correio de Itapetininga. Disse que a nova gestão está recomeçando o trabalho em diversas secretarias. Entretanto, como tem que deixar o cargo em abril, devido à regra eleitoral, considerou que é o melhor momento. Com sua saída, o PT deve indicar um nome para ocupar a pasta, mas ainda não está definido.
De acordo com Polyceno, houve uma conversa franca com o prefeito Hiram Ayres Monteiro Júnior (DEM), na quarta-feira passada. Depois, ele enviou uma carta em que explicava os motivos da sua demissão. “Seria muito egoísmo da minha parte. Quem assumir terá um ano para trabalhar lá na Secretaria de Cultura. Tem que haver desapego”, informou.
Ele deve assumir o cargo na volta do recesso previsto para fevereiro, ou nas sessões extraordinárias que o prefeito pode solicitar no final de dezembro ou janeiro. Filiado ao PSD, informou que será independente. “Não vou atrapalhar o governo. Vou colaborar. Não serei uma oposição raivosa, assim como não me silenciarei como uma situação conivente”, discursou.
Informou que se aproxima do deputado Edson Giriboni (PV). “Nunca estive distante”, avisou. Relatou que durante 2016 deverá ampliar os contatos com outros deputados que possuem relação com Itapetininga e região. Como legado, disse que deixa o início das obras do Centro Cultural, o retorno do Coral Municipal e a reforma do prédio da Escola de Música.
Ida do Hiram
Sobre a entrada do prefeito Hiram no PSD, Polyceno disse que “não vê problema nenhum”. Reforçou que sua saída não é um rompimento político com o prefeito. “Houve um encerramento de trabalho.” No entanto, disse que não recebeu nenhuma informação do presidente local do PSD, nem do estadual ou do ministro Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda. Hiram é próximo de Kassab e pretende deixar o DEM, que está sob o comando indireto do vereador Marcelo Nanini.















