Após quase um ano e meio, a Prefeitura de Itapetininga está próxima de concluir a licitação para escolher a empresa que irá fazer a “exportação” do lixo domiciliar para outra cidade. Na abertura de proposta da concorrência pública feita na terça-feira, dia 9, a que apresentou o menor preço foi a Solid Gestão de Resíduos Eireli Me que ofertou a proposta de R$ 3.499.200 por um contrato de um ano. Em tese, ela é a vencedora do certame.
Participaram outras duas empresas: Proactiva Meio Ambiente que apresentou proposta um pouco acima: R$ 3.606.000 e Schunck Terraplanagem e Transportes que pretendia cobrar R$ R$ 4.727.076. A representante da Proactiva, Giulyana dos Santos Cardoso, explicou que possui o prazo de cinco dias de recurso após a publicação do resultado no Diário Oficial. Ela contou que o Departamento Jurídico irá analisar a proposta.
O representante da Solid Gestão de Resíduos, Bruno Ricci Rossit, informou que o lixo de Itapetininga será levado para Itapevi num primeiro momento. “Mas pode ser transportado para qualquer aterro licenciado pela Cetesb”, enfatizou. Cabe a prefeitura fazer a coleta nas casas e residências e deixar em algum ponto do município. A empresa será responsável pelo transbordo para outra cidade. Bruno disse que três carretas bitrem deve realizar o serviço 24horas.
As três empresas já haviam participado da concorrência no ano passado, mas a Justiça acabou cancelando. A licitação foi invalidada porque os donos de duas empresas concorrentes tinham laço parentesco. O dono da Solid é filho do proprietário da Proposta Ambiental. A prefeitura fez um contrato de emergência com a Proposta Ambiental por seis meses. Na época, o vereador Mauri de Jesus (PDT) classificou como um negócio de pai para filho.















