A revisão do Plano Diretor não foi votada na quinta-feira, dia 18, durante a sessão extraordinária. Com isso, a gestão municipal obteve a segunda derrota da semana. Antes de começar os trabalhos, a reportagem questionou o presidente da Câmara, André Bueno (SDD), se o Plano Diretor seria votado. Ele confirmou a intenção. Mas diante da pressão, a votação foi adiada. A pauta entra em discussão na sessão extraordinária no dia 23, às 10h.
De um lado, um grupo de vereadores ficou contente. Mas de outro, permaneceu a irritação. O vereador Itamar Martins (PMDB) questionou a transferência para terça-feira, dia 23, um prazo curto para discutir as emendas e novas sugestões. “Coloca em votação”, pediu o vereador que aponta que a oposição se tornou maioria na Câmara.
Uma emenda assinada por nove vereadores de oposição pede que a área mínima seja de 150 m² nas zonas de uso 2, 3 e de Expansão Urbana. Na emenda, a testada mínima (medida da frente de um terreno) seja de 7,5m ou 10m. O vereador Fuad Isaac (PT) explicou que os terrenos menores só são permitidos em uma região da cidade. “Com isso, os mais pobres ficarão restritos num gueto”, reclamou.
O vereador Itamar Martins (PMDB) explicou que o mapa com a região laranja permite testada mínima de 7,5 m. Nos demais, a testada é acima de 10m. Ele contou que nos distritos rurais a medida mínima também é de 10 m. “Faltam áreas com 7,5 m no município”, contou. Outra reclamação é que a antiga Fazenda Boi Gordo, às margens da rodovia Raposo Tavares, também seja incluída dentro Distrito Industrial. Outro prolongamento de zona industrial é a margem direita da Avenida Serafino Fileppo até o cruzamento da rua Brilhante, ao lado do Vale San Fernando.
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