A Igreja Nossa Senhora do Rosário, localizada no centro de Itapetininga, completa dois anos interditada, bem como o trecho da Rua Venâncio Aires em frente ao templo, e segue sem previsão para a retomada das atividades. Desde maio de 2024, a igreja e a rua permanecem proibidas por questões de segurança. A medida foi adotada após o desprendimento de pedras da torre da construção.

Em junho do ano passado, a Diocese de Itapetininga iniciou uma nova etapa de intervenções no templo católico. As ações emergenciais, segundo a Diocese, têm como objetivo garantir a segurança e a preservação da estrutura, considerada de relevância histórica e religiosa para a cidade.
Ainda naquela época, o pároco responsável pela paróquia, Élcio Góes, disse que a situação exigia uma intervenção especializada. “Não se trata de uma simples reforma, mas de uma restauração, algo complexo e de alto custo”, explica.
Foi lançada então uma campanha emergencial para auxiliar com os altos custos da reforma, onde fiéis podem ajudar com doações financeiras ou de materiais. A última atualização da reforma foi no dia 22 de abril, onde aguardavam a chegada dos pisos para o chão.

Tombamento
Por estar em processo de estudo de tombamento, a busca por investimentos públicos é mais difícil. Conforme explica o pároco, o processo é considerado longo e burocrático, principalmente porque o imóvel passou por diversas alterações ao longo do tempo, descaracterizando parte do projeto original.
A expectativa da Diocese é iniciar a tentativa de reconhecimento patrimonial pela esfera municipal, considerada mais viável, para depois avançar ao nível estadual. Entretanto, as tratativas seguem em andamento e ainda não há definições sobre os próximos passos.
Para ler mais notícias como essa, acesse a área de Cultura.
















