Comentaristas nacionais e internacionais estão comentando (redigindo em jornais impressos e digitais, mídias e outras formas de comunicação) que está quase impossível viver (sossegadamente) neste planeta porque um mandatário de uma nação, considerada a que possui a mais bem equipada armamentista que se conhece, todo dia tem um pensamento diferente, maligno, contra alguns de seus adversários (que alguns ele considera), mas que envolve todo o mundo, principalmente em termos de luta (bombardeios) e econômicos.
É facílimo de descobrir, ou seja, o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe de guerreiros (?), se formos relatar o que este senhor já fez de mau desde a sua volta ao poder norte-americano não dá para acreditar que um governante de um país pode fazer em relação a arranhões na paz mundial. Aliás, quase nunca o planeta Terra esteve com seus habitantes vivendo na chamada “paz dos cemitérios”. Mas, a partir do segundo governo Trump, a população mundial vive em constante ameaça, esta que poderia (é uma possibilidade) de haver uma Terceira Guerra Mundial.
O presidente Trump, que preside o país mais poderoso do mundo, quer o quê? Submissão total de quase o resto do planeta. Mais ainda? A maioria dos países, mesmo antes de Donald Trump, já obedecia de um modo ou outro as exigências de Washington. Só que de uma maneira aparentemente normal, sem histerismos. E ai de quem desobedecia a algumas cláusulas impostas pela nação ianque.
É só lembrar de Cuba (na América Central), que desde o início da década de 1960, quando o país recusou-se a viver sob regime capitalista, John Kennedy e outros presidentes que o seguiam fizeram o mesmo, mas Cuba (até agora) nunca cedeu as exigências do Pentágono. Agora, sem o petróleo da Venezuela (país descaracterizado pelo loiro Donald), Cuba parece agonizar pela falta de produtos. Mas Espanha, México e Brasil ficaram de ajudá-la.
Trump, que prometeu acabar com as guerras que se alastram em alguns cantos do mundo, só piorou a situação ajudando um país seu amigo, Israel, a derrotar os palestinos de Gaza no Oriente Médio. O problema não era com ele! Não teve a ousadia de proteger a Ucrânia em sua luta de três anos contra a Rússia: enfrentar outro país, com um exército quase igual (quase) ao dos Estados Unidos não parece estar em seus planos. Nem com a China. Donald parece procurar só países menores, como o Irã, por exemplo. Mas mesmo com este não está se saindo bem, até, para alguns comentaristas nacionais, os Estados Unidos já perderam a guerra.
De tudo isto, Trump possibilitou que os países europeus, formando uma frente única (até o Reino Unido) e não permitindo que tropas norte-americanas ocupassem seus solos para obterem uma melhor visão do Oriente Médio. Mesmo na nação americana, intelectuais e membros do Partido Democrático (seu rival) estão considerando que o presidente norte-americano está com a sua saúde mental afetada.
Para ler mais conteúdos do colunista Ivan Barsanti, clique aqui.

















