Itapetininga celebra 255 anos e, para marcar a data, o Jornal Correio foi às ruas para ouvir moradores sobre o que torna a cidade um lugar especial para viver. Entre os que nasceram aqui e aqueles que decidiram se mudar para cá, há relatos de histórias marcadas por memórias afetivas, pela valorização da tranquilidade e pelo reconhecimento das oportunidades de crescimento que o município oferece.
Moradora da Vila Santana, Eunice Costa, de 70 anos, carrega em Itapetininga suas principais memórias de vida. “É a única cidade que conheci. Casei e criei meus filhos aqui. É uma cidade sossegada, trabalhei e construí toda a minha vida aqui. Gosto muito de Itapetininga e das pessoas daqui”, afirma.
Nascida em Itapetininga, Julia Lima, de 21 anos, moradora da Vila Máximo, destaca a receptividade das pessoas como uma das principais qualidades do município. “As pessoas são muito comunicativas e educadas. Também vejo que as oportunidades de emprego estão crescendo cada dia mais. A cidade, no geral, está se desenvolvendo bastante”, diz.
Valdete Viana, de 57 anos, moradora da região central, vive na cidade há cerca de oito anos. Natural de Curitiba, ela conta que decidiu se mudar para o interior de São Paulo para ficar mais próxima da família. “Meus netos e filhos moram aqui, então tomei a decisão de vir para cá. Gosto muito da cidade. Em comparação a Curitiba, ela é bem tranquila e bastante promissora também. E gosto porque tudo é fácil, o acesso é bom, mesmo para quem mora em bairros mais distantes”, relata.
Para o paulista Dinoel Duarte, de 65 anos, que mora em Itapetininga há 15 anos, a adaptação ao interior foi gradual, mas positiva. “No começo foi difícil me acostumar, mas hoje não gosto mais de ir para São Paulo. Fui me adaptando e passei a gostar. É muito mais calmo, há segurança em Itapetininga, e com certeza o trânsito aqui, o pessoal reclama, mas é porque ainda não andou em São Paulo”, brinca.
A jovem Isabela Oliveira, de 21 anos, também é da capital paulista e vive há seis anos no bairro Cambuí. “Acho Itapetininga melhor que São Paulo. Gosto muito de morar aqui. As oportunidades de emprego são mais acessíveis e a localização das coisas é bem mais próxima”, avalia.
Para Renan Matulovic, de 20 anos, morador do Vale San Fernando, a cidade é um bom lugar para viver, mas ainda precisa de avanços. “Nasci e cresci aqui. Acho que há grandes oportunidades de crescimento, depende da gestão e também da participação da população. Faltam espaços para que as pessoas possam se manifestar mais, mas gosto muito de Itapetininga”, conclui.

















