O presidente norte-americano, Donald Trump, precisa escolher melhor a sua segurança pessoal. Até urgentemente. Pela quarta vez o mandatário dos Estados Unidos foi alvo de uma tentativa de eliminação pessoal. Isto num tradicional hotel da capital estadunidense, quando todos os anos (e repete-se por muitos anos) um jantar de confraternização de jornalistas do país e estrangeiros que cobrem as palpitantes notícias emitidas pelo Capitólio.
Pelo que vimos pela mídia, o salão estava lotado num ambiente de homens e mulheres bem-vestidos (smoking e vestidos de gala), sorridentes, distribuídos em mesas de oito a dez lugares, sorridentes diante de um cardápio que deveria (e era) ser de alto nível como salmões e lagostas, com bebidas que deveriam incluir a melhor champagne. O melhor whisky, scotch, licores e outras finas bebidas. O cenário era bastante elegante e os jornalistas, a maioria seria chapa branca? Será que a imprensa do The Economist, do Wall Street Journal e outras parcelas da mídia estavam presentes? ´
Quem viu pelas redes sociais, televisão e outros meios tinha a impressão de que Donald Trump vive o seu melhor momento no próprio país. Isto, numa época em que os cidadãos de lá estão perdendo o seu poder monetário. A inflação não cede e a Guerra contra o Irã (que não acabou) está ocasionando um enorme gasto do tesouro norte-americano, que gasta milhões e mais milhões de dólares. Isto, numa Guerra sem muita explicação no geral, Trump entrou a pedido Israel. Talvez o loiro, chefe norte-americano desconhecesse o que o Estreito de Ormuz poderia fazer para minar a economia de países rivais.
Mas voltando a festividade, o Serviço Secreto ianque vai ter que explicar como um senhor, totalmente armado, entrou livremente no jantar sem ser devidamente contido. E as facilidades como entrou na festança… Pela quarta vez um atirador chegou perto do seu alvo. O “lobo solitário” (que é como são chamados estes livres atiradores) merece uma análise profunda dos jornalistas sérios de lá. Um vexame para a nação norte-americana que já está sendo humilhada pelo governo iraniano.
Quando a guerra acabar (se acabar), provavelmente Donald Trump deverá ser processada por diversos Conselhos Internacionais da Paz pelos crimes de guerra cometidos. Uma frase dele “vou fazer com que a nação iraniana desapareça da face da Terra”. Isto é simplesmente genocídio!
Pois é… quando o tiroteio acabou, os presentes na solenidade voltaram a se reunir para devorarem o cardápio (ou menu) oferecido. Como se nada tivesse acontecido. A única diferença foi que Trump cancelou o discurso que iria fazer. E que certamente seria aplaudido pela imprensa.

















